segunda-feira, 17 de agosto de 2015

eu, a preferida dos insetos

agosto chegou e com ele chegou também uma porrada de picadas de inseto, assim de um dia pro outro. e quando eu digo uma porrada eu não quero dizer uma, duas, ou três picadas. o que eu quero dizer é que, sem mais nem menos, pelo menos DEZESSETE apareceram no meu corpo de uma hora pra outra. isso porque estamos no inverno e, supostamente, os bichos não me atacam nessa época do ano (fácil falar esse tipo de coisa enquanto tá fazendo um calor de 47 graus lá fora. já era de se esperar que eles aparecessem, né).

como o que mais tem nesse mundo é pesquisa sem noção e portal de notícia sem ter o que noticiar, direto aparece nas minhas redes sociais aqueles "estudo mostra que pernilongos picam pessoas que..." blablabla, sabe? pois bem. não importa o que dizem os números, o que eu digo é: num ambiente qualquer, independente de quem mais estiver lá além de mim, eu é que serei o alvo dos insetos. meu namorado nunca tem uma mísera picadinha, é só eu entrar na casa dele no verão que já começo a me coçar to-da por causa dos bichos. e é assim em todos os lugares, eu sou a sortuda que fica toda empipocada e vermelha. porque assim, é claro que os insetos não me picariam caso isso não fosse um incômodo tremendo, não teria a menor graça. então é claro também que eu tenho reações alérgicas maravilhosas quando levo picadas pelo corpo. eu sempre fico com uns calombos quando coço, mas dois casos de picada de inseto merecem uma atenção especial aqui:

CASO 1
estava eu linda e bela no guarujá, praia em sp, passando o ano novo com amigos e família. tava tudo muito bem, tudo muito bom, até que minha panturrilha começou a coçar. tinha ali uma bolinha em alto relevo, indicando que um bendito dum mosquito tinha achado de bom tom sugar meu sangue. até aí, tudo normal. o problema é que a região da picada começou a escurecer. parecia uma mancha roxa de batida, sabe? só que, pra espanto geral da nação (sério, todo mundo ficou assustado mesmo), a tal mancha esquisita crescia e escurecia cada vez mais, me obrigando a ir numa farmácia. quase pedindo socorro moço pelamordideus me ajuda, me indicaram umas pomadas e uns comprimidos. depois de uns tempos, a coisa foi melhorando e a mancha desapareceu por completo. ALIÁS, essa não foi a primeira vez que uma picada se transformou num negócio esquisito desse. numa viagem de formatura, uns quatro anos antes talvez, eu tive até que ir pra enfermaria do hotel porque os monitores simplesmente não se conformavam com o fato de que meu corpo reagia a insetos ficando manchado daquele jeito. também ganhei pomadinha etc e tudo se resolveu.

CASO 2
novamente estava eu linda e bela na praia com a família, mas dessa vez lá em florianópolis. meus pais resolveram passar o dia conhecendo lugares diferentes e, num determinado momento, pararam o carro pra gente descer e tomar solzim. mas em vez de ficarmos na praia propriamente dita, paramos numa espécie de jardim. o que tinha embaixo dos nossos pés não era areia, era grama mesmo. eu não sou lá muito fã de grama (odeio), então fiquei desconfortável desde o primeiro minuto. não me espantei muito quando, dali uns tempinhos, comecei a me coçar. era até meio óbvio, né? meu pé foi o primeiro local a ser atacado, depois foi o joelho. porém, o que não tava óbvio de jeito nenhum, é que o local da segunda picada (joelho portanto) ficaria tão inchado que quase dobraria de tamanho. e meu pé, também atacado pelos bichos, tava doendo tanto que não dava pra pisar direito. SUPER LEGAL. também tive de tomar antialérgico e passar pomadas, dessa vez o inchaço fez com que o farmacêutico receitasse até um gel pra dor muscular. tudo por causa de algum inseto bizarro que não resistiu ao meu charme. mas depois de um tempo as coisas se acalmaram e eu já tava andando normalmente.

levando em consideração as bizarrices narradas acima, até que as picadas de agora (mesmo totalizando quase duas dezenas) não são um problema tão grande assim, vai? mas coçam tanto que a vontade que eu tenho é de arrancar a pele fora usando a unha. super gostosinha a sensação, recomendo.



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